17 de jan de 2013

Renault começa a concluir obras de expansão no complexo industrial Ayrton Senna para produzir 380 mil carros por ano. Montadora investiu 500 milhões de reais.

Imprensa Renault do Brasil

Com os investimentos anunciados de R$ 1,5 bilhão para o ciclo 2010-2015, sendo 500 milhões destinados exclusivamente para a expansão da capacidade produtiva no Brasil, a Renault segue com as obras de ampliação no Complexo Ayrton Senna, localizado em São José dos Pinhais (PR). Com isso, a produção saltará de 280.000 para 380.000 carros anualmente. O objetivo dessa operação é produzir um carro por minuto na fábrica de automóveis – responsável pela produção dos modelos Duster, Sandero e Logan – a partir deste ano.

Uma das etapas fundamentais do projeto acontece desde 8 de dezembro, quando a produção da fábrica de automóveis foi totalmente interrompida para a realização de uma grande operação que envolve as áreas de carroceria, pintura, montagem, logística, entre outras, além de toda a infraestrutura do Complexo, como estacionamentos e restaurantes. As obras serão concluídas em 7 de fevereiro.

Dentre as áreas já concluídas e que começam a operar esta semana está o novo Centro de Preparação Logística (CPL). A unidade faz parte das obras de ampliação da Fábrica de Veículos e está voltada ao recebimento, estocagem e movimentação de peças para o abastecimento das linhas de produção.

O novo CPL, que começa a operar com 60% da capacidade e deve atingir 80% até o final de fevereiro, possui 35 mil metros quadrados de área construída, o que representa um aumento de 10 mil m² em relação ao antigo armazém. Além do crescimento linear, o novo armazém teve sua capacidade ampliada graças também ao ganho de altura: 12 metros, o equivalente a um prédio de 5 andares.

Ao todo, o novo galpão conta com 28 mil metros dedicados a área de armazenagem e outros 7 mil metros de docas – área destinada ao movimento de carga e descarga. O CPL recebe peças e componentes de mais de 140 fornecedores, em um movimento diário médio de 187 caminhões e 25 contêineres.

Além de garantir o suprimento das linhas, o novo CPL aumentará a agilidade e a confiabilidade das operações. Novas tecnologias operacionais foram incorporadas, como empilhadeiras dotadas de câmeras de vídeo nos garfos, que permitem ao operador acompanhar a colocação das caixas mesmo das prateleiras mais altas.

O início de operação do CPL representa mais uma etapa cumprida no cronograma de obras de ampliação da capacidade produtiva da Renault.

Publicação: Imprensa Renault Brasil | imprensa.renault.com.br

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