6 de jul de 2012

CESVI Brasil faz teste de reparação no Grand Siena, veja o resultado.

O CESVI Brasil - Centro de Experimentação e Segurança Viária submeteu ao teste de reparabilidade o Fiat Grand Siena, segundo a entidade o sedã compacto conseguiu resultado mediano entre os veículos testados, ficando na oitava posição no ranking de reparabilidade do segmento.

Como funciona o teste
Consiste em literalmente "bater" o carro, analisar o estrago, verificar quais peças podem ser reparadas e seus preços, outros fatores também são considerados. A partir da análise, o CESVI atribui pontos que formam um ranking de reparabilidade chamado CAR Group servindo como referência para seguradoras, oficinas e até mesmo o consumidor final.

Veja abaixo o artigo extraído na íntegra do blog Clube das Oficinas - CESVI Brasil com o resultado e análise do teste de reparabilidade do Grand Siena.

Acesse também o link http://clubedasoficinas.blogspot.com.br/ para conhecer mais sobre outras publicações do CESVI Brasil.

Reparabilidade do Grand Siena
Batemos (e consertamos depois) o sedan compacto da Fiat. O objetivo: avaliar a reparabilidade do modelo. Veja o que nós descobrimos


Por: Estevam Prado Barbosa Silva
Foto: Alexandre Martins Xavier


Grand Siena é o nome do novo Siena, da Fiat. O “grand” está relacionado às dimensões do veículo, que ficou maior com a adoção de uma nova plataforma.


O veículo sai de fábrica com airbag duplo frontal e freios ABS com EBD de série em todas as versões. Ainda oferece, como opcionais, airbags laterais dianteiros.


Nos estudos de reparabilidade do CESVI, o modelo teve um desempenho apenas mediano, ficando com a oitava colocação da categoria sedan compacto, no ranking  CAR Group.


Impacto dianteiro
O Grand Siena possui uma travessa frontal com crash-box, que tem a função de absorver parte da energia do impacto em colisões de baixa velocidade. Mesmo com o crash-box absorvendo parte da energia da batida, não foi possível evitar que a longarina da lateral esquerda fosse afetada. Houve necessidade do estiramento da dianteira e de trocar a parcial dessa peça.


Mas o crash-box ajudou, sim: componentes mecânicos que geralmente são danificados, como o radiador, o condensador do ar-condicionado e o eletroventilador foram poupados.


Se o Grand Siena não tem uma posição melhor no ranking CAR Group, isso tem a ver com o alto custo da reparação dianteira, ao tempo consumido com a mão de obra da parte mecânica (remoção do conjunto de motor e transmissão, para a substituição parcial da longarina), e à grande quantidade de peças substituídas.


Impacto traseiro
A parte traseira do Grand Siena não tem uma travessa com crash-box, mas possui absorvedores laterais e um central para a função.


E esses absorvedores quase deram conta do recado. Permitiram que a extremidade da longarina da lateral direita e o painel traseiro fossem reparados, mas não evitaram a necessidade do estiramento na região traseira e a substituição da tampa traseira.


O estudo do CESVI identificou um alto valor da tampa traseira, em comparação com a mesma peça de modelos concorrentes, influenciando negativamente no custo do reparo.

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